quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Um exemplo a seguir

Varzim tem o plantel mais português da 2ª Liga, além de que dos 28 jogadores que o compõem, metade é oriunda da formação poveira!!

Que ninguém tenha duvidas que este é o caminho a seguir pelos clubes mais modestos, onde as receitas não abundam, e no final das contas quem trabalhar melhor no seu departamento de formação e conseguir fazer uma melhor transição dos seus jovens atletas para o futebol sénior, vai retirar dividendos.

No futebol português, onde a maioria dos clubes é de pequena dimensão, a solução para a sua sobrevivencia passa pela formação de novos atletas, com qualidade, que no futuro possam ser vendidos e assim manter uma certa estabilidade financeira.O Freamunde recentemente foi um bom exemplo nesse aspecto, actualmente não podemos dizer que o seja. As coisas parecem não estar a funcionar, o que não parece ser por falta de boa matéria-prima (jogadores), os resultados das equipas assim o indicam.

O Varzim tal como hoje é referenciado no jornal "O Jogo", está apostado em rentabilizar os jogadores da casa, e se calhar esta vai ser a solução para solucionar os seus graves problemas financeiros.
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"Num campeonato onde a média de estrangeiros por equipa é superior a oito jogadores, o Varzim é um exemplo ao ter, num plantel de 28, apenas dois estrangeiros. Isto sendo que um deles, o brasileiro Telmo, até já tem dupla nacionalidade.
Além disso, metade do plantel poveiro é composto por jogadores oriundos da formação. Tal facto explica-se com o trabalho de base nos escalões mais jovens iniciado pelo agora técnico da equipa sénior, Eduardo Esteves. "Esta situação não acontece por acaso e não é uma questão financeira, mas sim de ideologia. Quando a Direcção do presidente Lopes de Castro entrou em funções, convidaram-me para coordenar as camadas e iniciar um trabalho de base com vista a rendibilizar a formação. Desde então, inserir jogadores da formação nos plantéis seniores tem sido hábito", explica o técnico dos poveiros a O JOGO. Eduardo Esteves garante não haver nenhuma espécie de preconceito. "Os últimos jogadores estrangeiros que chegaram ao Varzim não foram apostas muito felizes", refere Eduardo Esteves, que admite preferir o mercado português. "Fazemos um trabalho de prospecção muito forte nas divisões secundárias, e o nosso mercado preferencial é sem dúvida o português", conclui o técnico, que neste defeso viu partir, para a primeira liga espanhola, André André, atleta formado no Varzim."

6 comentários:

Anônimo disse...

isso já se sabe há muito, mas há pessoal que custa abrir os olhos

Anônimo disse...

No final da época vamos ver se a aposta do Varzim foi boa ou não.

Anônimo disse...

Este tipo de aposta não se conclui em apenas uma época amigo!!! è preciso dar tempo ao tempo, e depois vais ver jogadores a serem vendidos para o lado da póvoa a render bom dinheiro

Anônimo disse...

È claro como a agua que esse é o caminho que o Freamunde tem que seguir, no entanto não acredito nisso porque as pessoas que estão na formação e nos séniores não apostam nisso, uns não batem o pé suficientemente para que os seniores e a sua direção apostem nos jovens.
De facto há trabalho visivel no departamento juvenil, mas de resultados, porque na passagem de juniores para séniores não se vê trabalho.
Pensem nisso e organizem-se.

Mundo perdido disse...

as pessoas querem e resultados.. e nao tenho a minima duvida que se o Freamunde apostasse assim.. ia para onde o varzim vai.. para a segunda b.. e nessa altura.. muita gente ia criticar a aposta ter sido feita assim.. ha que saber balancar as coisas..

Anônimo disse...

sim saber balançar... Há muito bom jogador Português... Pena o Freamunde estar onde está!
Temos k dar a volta !?
Força FREAMUNDE!