A equipa de arbitragem realizou os habituais exercícios de aquecimento juntamente com Boavista e Freamunde e só depois de recolherem aos balneários decidiram não avançar com o encontro.
Contudo, segundo a lei 216 de 2012, o policiamento só é obrigatório em campeonatos profissionais. Ao Boavista cabia apenas assegurar a segurança do jogo antecipadamente, algo que o clube portuense garante ter feito.

A falta de policiamento terá sido também a razão para a não realização do Alcanenense-Lourinhanense, da Série F. A decisão dos clubes não optarem pelo policiamento está relacionado com os custos que isso representa para as contas dos mesmos.
A direção boavisteira já reagiu inclusive em comunicado ao sucedido, garantindo que amanhã irá tomar uma posição oficial sobre o caso.
Comunicado:
“O jogo entre a Boavista Futebol Clube, Futebol SAD e o S.C. Freamunde não se realizou na data e na hora prevista, dado que, o árbitro designado para o jogo, Sr. Pedro Vilaça, da A.F. Porto, se recusou a dirigir o encontro, por não estar presente a Policia de Segurança Pública.
A despeito da Legislação em vigor não exigir a presença da PSP, a Boavista SAD tudo fez para que o jogo se realizasse.
A Boavista SAD procedeu e procederá a todas as diligências respectivas.
Amanhã, o Conselho de Administração da Boavista Futebol, Futebol, SAD tornará pública uma posição detalhada.
Muito embora não tenha qualquer responsabilidade pelo sucedido, a Boavista SAD solicita a compreensão aos sócios e adeptos do clube, que naturalmente serão compensados de forma que será oportunamente comunicada.”
@Record
Foto: @OJogo
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