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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Boavista não entende os critérios do policiamento

Jogos caseiros são considerados de alto risco

 
O Boavista não critica a decisão do árbitro Pedro Vilaça, que alegou falta de condições de segurança para dirigir o jogo do CNS frente ao Freamunde, marcado para anteontem. O que o clube não entende são os critérios que levam o Ministério da Administração Interna a considerar todos os seus jogos em casa como sendo de alto risco. Ou seja, a obrigatoriedade de um agente para cada 200 adeptos.

Os axadrezados assumem não ter dinheiro para pagar policiamento nestas condições e fonte do clube revela pormenores surpreendentes. No jogo da época passada com o Vilaverdense, a 20 de janeiro, o último para o qual foi pedido policiamento, a resposta da PSP foi no mínimo surpreendente. Exigiu-se ao clube que, caso mantivesse o interesse na contratação das forças de segurança, teria de pagar um contigente composto por um oficial, 4 chefes e 10 agentes, algo que financeiramente se tornaria incomportável.

Assim, preferiu o emblema do Bessa recorrer apenas à sua equipa de segurança privada, reiterando que é sempre pedida à PSP a nomeação de um elemento para acompanhar as equipas de arbitragem.

Em comunicado divulgado ontem, a SAD do Boavista explica que “foram promovidas diligências internas para apurar toda a factualidade”, e que em seguida foi enviado à FPF e à AFPorto “um ofício com a descrição detalhada e minuciosa do sucedido”. Os axadrezados garantem estar a cumprir a legislação, pelo que recusam responsabilidades; e ficam a aguardar “qualquer diligência ou decisão a tomar pela FPF”.

@Record

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